Hoje acordei
Com vontade de ir a luta
Soltar ao que a tempos
estava preso na minha garganta.
Finalmente eu acordei
E vou fazer uma revolução:
Desligar a TV e derrubar as paredes
da minha preocupação.
Quero ser livre
Parar de me indignar
Quero viver uma vida
Difícil de se imaginar
Então se você também se sente assim
Vamo pra rua gritar
Dizer que o mundo não funciona assim
E o que está errado, tentar mudar.
Então vamo pra rua gritar
Colocar esse povo pra fora
Esse povo arruaceiro
Que joga meu dinheiro fora.
Eu não pedi Copa, nem Olimpiada
O que peço é que parem
Com toda essa patifaria.
Vamo pra rua gritar
Mandar esse povo embora
Não quero só meu dinheiro
Quero minha dignidade de volta.
Escrevo esse blog a fim de aproveitar mais uma experiência.. Passar e postar quando convier, textos meus, ou de outros autores até. Até porque, não sou poetisa, sou só uma fingidora, uma fingidora que finge que escreve, finge que lê... A palavras postas a seguir são experimentos de uma fingidora, uma fingidora que de vez em quando têm alguns minutos de inspiração e anseio de demonstrar, através das palavras, o que realmente se sente.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Protesto
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Poema a um livro
Eu vivo em um cerco
Solitária e sem medo
Por isso que vivo em um mundo
Que ninguém invade
Esse mundo é meu
E lá, ninguém me bate.
Uma pena que um dia
Por descuido esqueci
De trancar a fechadura
Do meu mundo de armadura
E olha só que intrigante
Que por um instante
Encontrei seu olhar.
Seu olhar foi quente
Envolvente.
Você entrou de mansinho
E me conquistou assim:
Devargazinho.
Foi assim que decidi
Encontrar seus pedaços e juntar
Pois com tudo junto
Vou sempre me apaixonar
São tantos nomes
Tantas palavras
Que me encantam
Então não saiam da minha vida
Pois vocês fazem parte dela
Vocês abriram meu mundo
E agora eu descobri o seu mundo
Por isso declamo o meu amor
Por livros em meu mundo,
Fiquem por favor.
Solitária e sem medo
Por isso que vivo em um mundo
Que ninguém invade
Esse mundo é meu
E lá, ninguém me bate.
Uma pena que um dia
Por descuido esqueci
De trancar a fechadura
Do meu mundo de armadura
E olha só que intrigante
Que por um instante
Encontrei seu olhar.
Seu olhar foi quente
Envolvente.
Você entrou de mansinho
E me conquistou assim:
Devargazinho.
Foi assim que decidi
Encontrar seus pedaços e juntar
Pois com tudo junto
Vou sempre me apaixonar
São tantos nomes
Tantas palavras
Que me encantam
Então não saiam da minha vida
Pois vocês fazem parte dela
Vocês abriram meu mundo
E agora eu descobri o seu mundo
Por isso declamo o meu amor
Por livros em meu mundo,
Fiquem por favor.
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