Meire foi trabalhar em mais uma segunda-feira normal. Prazos, datas... Foi recebida sob abraços e cantorias, batidas nas costas de aparente admiração. Recebeu milhões de mimos: flores, balas, cartinhas, cartões, borracha, lápis. "Feliz dia dos professores!" - diziam. "Professor se doa!" "Pra ser professor tem que ter dom." "Professor tem que estar na luta sempre."
Professora Meire foi lutar. Recebeu milhões de mimos: balas e borracha numa única composição.
"Professor é vagabundo." "Se tem lousa e mesa tá valendo." "Só dá aula." Feliz dia dos professores, eles diziam.
Escrevo esse blog a fim de aproveitar mais uma experiência.. Passar e postar quando convier, textos meus, ou de outros autores até. Até porque, não sou poetisa, sou só uma fingidora, uma fingidora que finge que escreve, finge que lê... A palavras postas a seguir são experimentos de uma fingidora, uma fingidora que de vez em quando têm alguns minutos de inspiração e anseio de demonstrar, através das palavras, o que realmente se sente.
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Minha poesia
Poesia minha que faz parte da minha essência, revela minha sensibilidade, afaga meus profundos devaneios e acalenta os sentimentos alheios.
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